O que você faria se pudesse voltar ao passado?

O que você faria se tivesse uma segunda chance de recomeçar sabendo tudo o que sabe hoje?

Clássico do cinema

Essa sempre foi a razão pela qual todos já desejaram pelo menos uma vez na vida voltar no tempo.

Muitos filmes já retrataram como seria isso. Para mim se destacam quatro filmes que parecem até bobos: “De volta para o futuro”, “Bill e Tedy – viajantes do tempo”, “O exterminador do futuro” e “Efeito Borboleta”.

A pergunta que está por trás desse desejo é: hoje eu sei o que seria uma vida boa para mim e saberia exatamente o que evitar para que me tornasse mais feliz.

Saberia mesmo?

A primeira coisa que fariam como em “Efeito Borboleta” seria extirpar aquilo que ocorreu e que causaria sequelas no comportamento atual. Extirpar a dor do passado. Mas o que chamamos de dor foi o resultado de uma experiência de deslocamento de um estado confortável para outro desconfortável.

O que aconteceria se tivéssemos a possibilidade real de alterar esse lapso? No que nos transformaríamos? Como evitaríamos cada acontecimento considerado danoso em nossa vida sem afetar a maneira específica que somos hoje.

Não entenda desse raciocínio que eu estou fazendo apologia do sofrimento como algo que ensina você a crescer. Não acredito nisso realmente. Mas o tecido que se compõe nossa personalidade é moldado por linhas muito delicadas que resvalam inclusive naquelas experiências que consideramos dolorosas.

Alterar um evento qualquer poderia gerar um efeito em cadeia e de resultado imprevisível que nos tornaria mais dóceis ou mais raivosos do que somos, no entanto, diferente do que somos. Mas pode ser que não alterasse nada.

É um enigma na verdade, colocar um evento como causador e encadeador de uma sequência de características da minha personalidade. Seria atribuir muita importância para uma meia dúzia de decisões.

Pode ser ainda, que esses traços de personalidade incômodos que você tem foram construídos independente de uma situação dolorosa.

Mas isso não me faz pensar menos na pergunta: e se eu tivesse uma segunda chance?

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Sonhador nato, psicólogo provocador, apaixonado convicto, escritor de "Como se libertar do ex" e empresário. Adora contar e ouvir histórias de vida. Nas demais horas medita, faz dança de salão e lava pratos.

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  • Deusirene

    Oí Fred! Você escreve algo que quero cometar:
    “…Não entenda desse raciocínio que eu estou fazendo apologia do sofrimento como algo que ensina você a crescer.”
    Eu entendo o sofrimento como uma oportunidade de refletir sobre a vida, aquele momento em que podemos parar e analisar porque a vida nos trouxe determinada situação. É claro que essa é minha maneira de interpretar os fatos e só posso falar apartir da minha experiência pessoal: Os momentos de sofrimento foram os que me ensinaram grandes lições. E talvez eu não seria a pessoa que sou se não os tivesse vivido. Se eu tivesse uma segunda chance? Não sei, acho que faria as mesmas coisas. Houve um tempo em que desejei mudar o passado. Mas, depois, entendi que o que vivi ou deixei de viver me deu uma visão distinta do mundo que só alcancei quando olhei pra minha vida e compreendi que fui o que minhas capacidades me permitiram ser. Dia desses meu psicologo me perguntou se eu voltaria no passado, curiosamente, hoje li este texto. E te digo o que disse à ele: Não. Vivi o que podia viver e quero seguir adiante.
    Abraços.
    Deusirene.

    • Deusirene

      Comentar quis dizer… 🙂

    • “Os momentos de sofrimento foram os que me ensinaram grandes lições. E talvez eu não seria a pessoa que sou se não os tivesse vivido. ”

      Esse é o ponto que eu questionei num outro texto que escrevi Sobre o sofrimento

      Eu entendo que o sofrimento é sinal de rigidez e inflexibilidade frente a mudanças e novos eventos. É sinal de limitação, portanto não foi o sofrimento que trouxe consciência, mas foi a consciencia que ressignificou sua fixação egoísta do sofrimento.

      Você aprendeu com aquelas impossibilidades a perceber que o mundo é maior que vc mesma, portanto, não foi o sofrimento que ensinou, mas suas decisões frente aos impasses…

      Bjs, fico feliz quer esteja gostando.

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