7 coisas que revelam a infantilidade de uma mulher – parte 2 de 2

Ontem comentei sobre as 3 primeiras manifestações de infantilidade feminina. por gentileza ou por reconhecimento ninguém me apedrejou. Desconfio que a carapuça serviu. De um jeito ou de outro fique preocupado. Quantas mulheres perdendo tempo em jogos que só fazer mal para si mesmas. Vamos seguir com essa pequena lista de desastres femininos.

É assim que um homem maduro vê você

 

4. Só ela é profunda e ele é superficial

Como a mulher tem a fama de ser mais emocional e introspectiva ela costuma ditar o conteúdo e o contexto das conversas sobre o relacionamento. Mas ela sempre vem com um ar altivo alegando que ele nunca tem tempo ou disposição para conversar sobre o casal.

A maneira prática dele resolver os assuntos agredide essa mulher que espera que ele tivesse um olhar mais sublime sobre as questões cotidianas.

Na visão dela o companheiro é materialista, no entanto, se ele não pode suprir o desejo dela por consumo é acusado de fracassado.

5. Só ela sente emoções positivas e certas e ele está sempre fechado

Vamos admitir algo logo de cara. O homem se fecha por motivos bem óbvios. Nada basta para as mulheres. Lembra da história do príncipe encantado? Pois é, ela aspira que ele seja sempre aquele homem surpreendente que foi no início do relacionamento. No entanto, o olhar dela fica contaminado pela visão negativa e só enxerga defeito onde antes era virtude.

De protetor a controlador.

Forte a insensível.

Trabalhador a ocupado.

Bem-sucedido a materialista.

Provedor a obcecado por trabalho.

De focado passa a cabeça dura

De autônomo virou distante.

De assertivo a impositivo.

Antes intenso, agora tarado.

De homem prático e preocupado com o futuro ele virou mesquinho.

Se vai para o trabalho conquistar o mundo é acusado de negligente com os filhos.

Notem que as mesmas qualidade que eram vistas como valor positivo são mal vistas com o tempo de relacionamento?

Por qual motivo? Antes ela estava ressentida com o ex e ele surgia como a salvação. Hoje ele é a muralha contra a qual ela se debate e tem que lidar com as frustrações e impossibilidades naturais.

Ela aceita ser contrariada? Jamais.

6. Só ela é sensível e ele é rude

Quando se trata de relacionamento amoroso as mulheres são tão obsessivas quanto os homens por carros.

Querem que cada detalhe e momento seja único, legítimo, intenso e especial. O homem vem de uma atmosfera mental totalmente diversa. Ele até compreende os anseios da mulher, no entanto, ainda que se esforce jamais atingirá o nível de excelência que ela exige dele.

Muitas vezes as mulheres não tem uma noção muita clara dos seus próprios limites e por isso se fundem numa outra pessoa. Depois de um tempo se sentem controladas e invadidas. Aos seus olhos ele se torna rude e é bem provável que esteja cansado de ser acusado.

Raríssimas vezes eu presenciei uma mulher admitir que está errada e ponto. TPM, pressão social ou familiar. Qualquer coisa é um bom motivo e justificável. Para os homens nenhuma razão justifica.

Malhar em ferro quente? Bem melhor

7. Só ela valoriza o sentimento e não o sexo e ele é primitivo

Essa talvez seja a covardia mais baixa. Pois a mulher nega para si a dimensão da sexualidade depois que um relacionamento começa. Ela começa a cobrar um pouco mais de afeto nas relações sexuais.

As relações sexuais ficam à mercê dela, quando e onde queira. Se quiser.

Esse tipo de controle é uma das maiores infatilidades que uma mulher pode fazer com um homem. Ela o inferioriza na medida que causa a impressão que lhe está concedendo um favor quando fazem sexo.

É como se criasse a falsa sensação de que só ele tem desejos e por isso é um homem vazio, tarado ou anormal por querer amar sua mulher pelo prazer sexual. Trata o homem como se o sexo fosse um desejo infantil e menor numa relação e que só os sentimentos fossem realmente importantes. Portanto, ela superior e ele rebaixado.

Seria possível manter assim?

Em resumo o que torna uma mulher infantil é sua incapacidade de olhar adequadamente para a realidade, idealizar a vida, ser confusa em sua forma de comunicação e querer sustentar a superioridade no relacionamento com o homem. Provar que ela está certa e ele errado, eis o engano essencial.

 

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About the author

Sonhador nato, psicólogo provocador, apaixonado convicto, escritor de "Como se libertar do ex" e empresário. Adora contar e ouvir histórias de vida. Nas demais horas medita, faz dança de salão e lava pratos.

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  • Deusirene

    Bom dia Fred!

    Você disse que: ” Ontem comentei sobre as 3 primeiras manifestações de infantilidade feminina. por gentileza ou por reconhecimento ninguém me apedrejou. Desconfio que a carapuça serviu.”

    Bem, só posso falar (escrever, neste caso) por mim. Talvez, as mulheres estejam tentando amadurecerem e buscando se tornarem autônomas.

    Desde de muito cedo somos “treinadas” a “lidar” com as nossas emoções (que são diversas e na maioria das vezes contraditórias). E esse vulcão de emoções entra em erupção e sai devastando o entorno.
    Talvez, se nos ensinassem, ou nos demonstrassem desde pequenas (asim como fazem com os meninos) que somos autônomas as nossas infantilidades seriam diminuidas consideravelmente.

    Fred, nós mulheres não somos educadas para sermos seres autônomas. A nossa cultura não nos permite isso, as nossas mães não souberem ser assim e não tiveram como ensinar pra nós filhas essa autonomia tão natural nos homens. E por não termos autonomia, acabamos levando para o campo amoroso a ilusão de que o parceiro é “nosso complemento”, é parte de nós. Atitude, também, muito comum das mães que agem como se os filhos fossem suas extensões.

    A nossa cultura nos dita que só podemos ter uma vida feliz se “tivermos” marido, filhos. Só descubrimos isso quando adultas e ai meu amigo, haja trabalho para corrigir essas limitações de gênero.

    Você já leu: “O segundo sexo” de Simone de Beauvoir? Uma amiga me indicou. Eu ainda não terminei de lê-lo. Mas, até agora achei interessante por tocar na questão da autonomia (falta dela no nosso caso).

    Abraços.
    Deusirene.

  • Fernanda

    Concordo com o comentário da Deusirene. Para nós é bem complicado depois de adultas esquecermos tudo que ouvimos quando éramos pequena, que a gente até podia ser bem sucedida, mas sem um homem seríamos incompletas. E aí a gente aceita um traste só pra não ficar sozinha.
    Enfim, acho que a questão ainda vai além disso. Você disse que as mulheres nunca admitem quando estão erradas, mas vou te falar, os homens não gostam de admitir esse tipo de coisa não… Eles falam ali, da boca pra fora, até com um pouco de ironia: “Ok, você está certa e e eu sou um crápula”. É a questão do orgulho que você até já tinha comentado antes. É infantil mas é uma barreira difícil de atravessar pra todo mundo, homens e mulheres. De qualquer forma eu não me identifiquei com quase nenhuma das 7 coisas, mas acho que não tem sentido vir aqui e falar “Olha como eu sou evoluida!”, talvez por isso o primeiro texto não tenha tido tantos comentários.

    Abraços, Fernanda

  • Priscila

    Os dois textos são muito bons. Mas tenho uma questão: reconhecido os “sintomas”, qual o caminho? =D
    (sinto que virá uma resposta à la mestre dos magos…rs)

    • blogsobreavida

      A resposta a lá mestre dos magos é: ele desaparece na hora da resposta…

  • Paula

    “Ela o inferioriza na medida que causa a impressão que lhe está concedendo um favor quando fazem sexo.”
    Concordei com o texto inteiro e nao é com essa frase que vou discordar. Mas muitas vezes é o homem que se coloca nessa posição. Ele coloca na mão da mulher a opção de querer ou não dar o “prêmio” a ele. A mulher com certeza é infantil em agarrar a oportunidade, mas isso nem sempre parte dela.
    A meu ver, em se tratando de relações sexuais, a infantilidade vem do homem na maioria das vezes. É ou não é muito mais fácil ele dizer que ela está “negando um ‘favor'” a perceber que ela simplesmente não está mais tão a fim?

  • Mari

    Brilhante!

  • André

    O engraçado que a questão da vitimização da mulher já apareceu nos comentários. Falam de como a sociedade impõe isso nas pobres mulheres… que a sociedade não ensina a autonomia para as meninas como ensina aos meninos… se baseiam em quê pra afirmar isso?

    • José Carlos

      Realmente, é triste constatar que a maioria das mulheres se comportam de maneira infantil, em maior ou menor grau. Me parece sempre que elas mesmas nunca sabem o que querem e obrigam o homem a advinhar. E esssa questão da vitimização é clássica, a velha estória da sociedade machista, que oprime as mulheres, etc, etc. A maioria dos homens é que são oprimidos por comportamantos como esses citados no artigo. E o mais cruel é que os homens sofrem com isso mas as mulheres não se importam ou tacham eles como fracassados.

  • Utilizavel

    Vi meu casamento em quase todos os pontos, acho que só não em um deles.
    Tô pensando seriamente em me separar. Só tenho dois anos de casado, mas já não tô suportando mais. Me sinto humilhado toda vez que preciso de sexo, porque, como o texto fala, ela sempre acha que está me fazendo um favor, e isso eu não suporto mais. Antes, quando conversávamos sobre o assunto, eu dizia que ela não gostava de sexo como eu. Ela negava, mas o fato é que o sexo pra ela, e ainda hoje é assim, só é importante nos dias que ela quer.
    Ela sempre usa o drama como arma de defesa e como eu não gosto de vê-la sofrer, eu sempre cedo ao que ela quer. Isso me tornou fraco na relação.
    Ela é também daquelas que sempre acha que está certa. O nosso relacionamento (namoro e casamento) sempre teve que funcionar no molde que ela criou.
    Bem, pra resumir: nós temos um casamento mais ou menos frio e mais ou menos distante, pelo menos é assim que eu vejo (ela não, ou vê, mas não admiti), e pra piorar eu tô desconfiando que me apaixonei por uma amiga, e isso vai cagar tudo no final das contas.

    É isso, abraço. Gostei muito do texto e do blog, conheci a poucos dias.

  • Mariana

    Vi algumas mulheres dizendo que “a sociedade impõe que as mulheres sejam assim”…e eu só consegui enxergar mais um “mimimi a mulher sofre”. Voc~es esquecem que a mídia também impõe que os homens só se importem com bundas e peitos, que eles sejam os “comedores garanhões”, saradinhos de academia e que nada mais na vida importa. Vai de cada um se quer seguir esses padrões criados ou não. A vida não é injusta só com as mulheres, é também com os homens. Ás vezes eu desconfio que em alguns casos é muito mais injusta com homens do que com mulheres, exatamente pelos motivos descritos nos dois textos. O homem sempre acaba saindo como vilão da história. Nunca é a mulher que está agindo como louca, é ele que está sendo insensível.

  • nenhum

    Onde estão as fodonas, que se acham “maduras” e sensíveis? Cadê? Estão com medinho de iniciar o debate? Seria mais um dos seus comportamentozinhos infantis emburrar (de novo) e ficar no cantinho fazendo biquinho (de novo), dando peti (de novo) e fazendo birrinha (de novo)?
    Sr. Frederico, tudo bem contigo? Foram interessantes os pontos que colocou sobre a pseudo-maturidade desse tipo de mulher. Gostei. Mas há outros pontos igualmente bastante interessantes, controversos e intrigantes, como:
    – A mulher costuma cobrar do homem sensibilidade, mas, na maior parte delas, costumam ser insensíveis diante dos pontos que nos mostrou neste tópico, por exemplo;
    – A mulher costuma reclamar que homens são seres que só olham pra aparência delas e só querem sexo (vejam que ridículo), em contrapartida, alguém aqui conhece alguma delas que não está extremamente focada na sua estética e investem, muitas vezes, só na sua aparência, na sua casca, pra seduzir (“animalmente”) o homem, despertando (o quê?) o seu sexo??? Se não fosse realmente assim, como tô mostrando, a indústria estética e cosmética e as academias (que tratam a casca da mulher) não seriam o que são hoje.
    Então, por que a maior parte das mulheres que vemos por aí, quando:
    – são do interior, já chegam abrindo as pernas pros homens que são da cidade grande?
    – são da capital, já chegam abrindo as pernas pra homens estrangeiros (esta é uma das causas pela qual estrangeiro vê a brasileira como vagabunda – já ouvi isso da boca de vários, principalmente após ter trabalhado por anos em aeroporto internacional)?
    – querem grana a qualquer custo, já chegam abrindo as pernas pra homens ricos, empresários, servidores públicos, etc.?
    – grande parte delas só consegue emprego, consegue promoção no “trabalho”, consegue “passar” numa prova e se “formar” numa faculdade, consegue alugar um imóvel isenta de fiadores, etc., abrindo as pernas?
    Bastante contraditórias, não? Onde estaria a suposta maturidade e competência que elas falam tanto, que a gente quase não vê?
    Curioso, não? Será que boa parte do quadro diante de relacionamentos (ou tentativas nossas de tê-lo) em que nos deparamos não terá sido causado ou, no mínimo, alimentado por elas próprias com a sua confusão mental ou de caráter???
    Com relação à desculpinha de que elas são (mais um vez) as “vítimas” dos seus hormônios, principalmente durante a TPM, conheci algumas terapeutas holísticas (mulheres, hein!) que me afirmaram que a palavra “hormônio” viria do grego ou latim, que teria a mesma raiz da palavra “humor”. Logo, afirmam elas, quando os hormônios da mulher, quando estão aflorados por razões diversas (seja até por encherem a cara de bebida alcoólica, também) é o momento exato em que (caem as suas máscaras e) passamos a conhecer, enfim, a sua real face, os seus reais desejos e reais sentimentos; seria uma bela oportunidade pra sabermos se estamos lidando com gente ou com mais uma monstrinha falsa, dissimulada, disfarçada por trás de uma casca de meninininha frágil (coitadinhas delas). Graças a estas terapeutas, passei a filtrar melhor e a não perder mais o meu precioso tempo com qualquer uma e buscar uma mulher de verdade pra minha vida.
    Será que depois disto poderá surgir uma terceira parte deste artigo??? 🙂

  • nenhum

    Bom dia!!!
    É verdade, a mais pura verdade!
    Outra manifestação de maturidade da parte delas é uma questão que vem desde sempre, e nunca muda, é quando elas dizem:
    * “não”, quando querem dizer “sim”;
    * “sim”, quando querem dizer “talvez” e
    * “talvez”, quando nos querem dizer “não”.
    Outra coisa, quando percebemos que “algo aconteceu” ou que “algo não tá legal” e lhes perguntamos:
    “Meu bem, aconteceu alguma coisa?”.
    E a resposta “sincera”, incrível e fantástica delas:
    “Nada!!!”, mesmo elas tendo plena consciência de que há algo a conversar pra resolver. Putz!
    É foda, ter que lidar com esses joguinhos de “mulher madura”!

  • Rosa Maria

    Não discordo com o exposto. No entanto, permitam-me revelar a minha opinião sobre a questão de só enxergamos defeito, onde antes era virtude.
    Acontece que, no começo dos namoros, tudo parece um conto de fadas, tanto ele como ela se esforça por mostrar a sua melhor versão.
    Mas à medida que o tempo passa, as pessoas tendem a revelar aquilo que realmente são (tanto de uma parte, como de outra).
    E sim, tal como nós mulheres, também os homens têm defeitos e também eles têm o “seu” de imaturos. E por isso, muitas vezes, vemos ele:

    – De protetor a desinteressado.
    – Trabalhador a ocupado [com entretenimentos (TV e jogos de consola) ou ocupado a ter conversas de conteúdo “picante” com outras mulheres].
    – Bem-sucedido a materialista [ora, o que interessa é ter uma tv, uma PS4, um pc e um tlm, (de preferência topo de gama) (…) investir numa cama de casal, para quê?].
    – Provedor a obcecado por trabalho. (contas da casa para pagar, agora custa!).
    – De focado passa a desleixado, sem objetivos de vida.
    – De autônomo virou distante (filmes, pornografia, jogos… ele está mesmo ali, mas curiosamente tão distante!)
    – De assertivo a impositivo (qualquer coisa serve, “quero é paz e sossego!”)
    – Antes intenso, agora tarado (nada disso… agora está muito cansado para sexo. Respeita, pois ele, só anda numa fase mais calma :P).
    – De homem prático e preocupado com o futuro, ele virou desarrumado, (na verdade, sempre foi), mas agora é visível.
    – Não sabe se quer casar, ter filhos,… o que vier serve!

    Felizmente, não sou daquelas que julga que todos são iguais. E também não nego o meu contributo para alguns destes pontos.
    Não sou perfeita, sou humana, em constante aprendizagem e modelação.
    Não me considero uma pessoa imatura, mas reconheço minhas fraquezas e meus defeitos e, por isso, tenho humildade para lhe pedir ajuda.

    Acredito que … O melhor, para todos, seja ter em conta que cada um é, como é.
    Que ninguém é igual a ninguém.
    O importante não é tentar mudar o outro, mas ajudá-lo a ser melhor.
    Mas principalmente, procurarmos sermos melhor, connosco mesmo e com os outros, a cada dia.
    Grata pela atenção.
    Felicidades.